(Texto escrito dia 11 de Maio de 2013)
Olá anjo. Faz tempo que não falo com o senhor, e faz muito tempo que quero falar.
A morte é algo tão cruel. E ainda não consigo acreditar que ela chegou tão cedo assim para o senhor. Para a pessoa que eu mais amo na vida. Após um ano e um mês, a ficha ainda não caiu.
O senhor ia gostar tanto de estar aqui esses dias. Aconteceram várias coisas que eu nunca imaginava que aconteceria. A tia Socorro tomou coragem de andar de avião e veio passar uns dias aqui. E conheci a famosa "mãe Santa" e os filhos dela. O senhor iria amá-la, ela é uma das pessoas mais engraçadas que já conheci. E agora, a Lívia foi embora de São Paulo, o que significa que de certa forma, perdi outra pessoa.
Perder uma irmã por distância não é nada perto da dor que senti em perder o senhor. Pelo menos posso ligar para ela e ouvir a voz dela, posso ver ela pelo FaceTime ou Skype. Ela vai fazer falta no meu dia a dia, mas não chega nem aos pés do senhor.
Sei que não tenho sido uma boa filha, pai. Mas eu juro que estou tentando. Sei que muitas vezes, o senhor se decepciona comigo. E quero pedir que me desculpe, me desculpe pelos meus erros e pelas inúmeras vezes que eu falhei. Prometo melhorar na escola e ser uma boa pessoa só pelo senhor. Para te dar orgulho de mim.
Sinto falta do seu leitinho de manhã. Sinto falta das suas perninhas magrelas se arrastando às 6 horas da manhã dentro daquele shortinho folgado e curto.
Se cuida.
Me cuida.
Te amo muito. Mais do que o senhor pode imaginar.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Um ano sem você
(Texto escrito dia 27 de Março de 2013)
Um ano sem você, pai. Ou seja, 365 dias de uma luta constante de tentar suportar essa falta que você faz. Um ano sem poder ver você, um ano sem aquele abraço que acalmava, sem aquela voz que aconselhava, que brigava ou que me chamava de "minha bebêzinha". Um ano sem aquele olhar de canto, sem aquela risada alta que até hoje eu posso ouvir na minha cabeça. Hoje, eu valorizo cada coisinha sua. Hoje eu me lembro até do seu jeito de andar, lembro até das suas manias, do seu jeito de comer, do seu espirro, da sua tosse, de quando eu acordava e ouvia o barulho na cozinha e sabia que era o senhor preparando o meu café. Hoje dou valor até à textura da sua pele. Coisas tão simples, tão pequenas e que parecem até insignificantes. Hoje dou valor às coisas que no dia-a-dia, eu mal reparava.E ainda me disseram que o tempo curava tudo. Mentiram. O tempo não curou nada, e nunca vai curar. O tempo só me fez ter que aceitar que sua voz falando "acorda, bebê" foi substituída pelo toque do despertador. Que quando meu celular tocar e aparecer "papis" no visor, na verdade, não é mais o senhor. Que o meu café-com-leite não é mais aquele branquinho e doce do jeito que o senhor sabia que eu gostava. Que não vou mais te esperar na saída da escola. Que não vou mais ligar e pedir pro senhor não demorar pra jantar com a gente. Aos poucos, eu vou aceitando que tem que ser assim.Mas para a saudade, ainda não inventaram remédio, ainda não fizeram nada que cure ou que faça a dor diminuir. A aceitação é possível. Mas matar a saudade, infelizmente, é impossível. Pelo contrário, a saudade aumenta à medida que os dias passam. Mas, todas as vezes que penso em desistir, me lembro do seu sorriso e da sua alegria mesmo com todas as dificuldades e dores que o senhor passava. E se aos poucos eu consigo rir, superar e até mesmo aceitar, é por você. E se em pedras muitas vezes eu tropeço e caio, me lembro que foi o senhor quem me ensinou a levantar.Eu te amo muito, meu anjo. Te amo muito mais que amava há um ano atrás, e muito menos que amarei daqui á 10 anos. Meu amor por você só vai crescer cada vez mais, sempre."Pai, pode crer, eu vou bem, eu tô indo. Tô tentando, vivendo e pedindo com loucura pra você renascer."
Um ano sem você, pai. Ou seja, 365 dias de uma luta constante de tentar suportar essa falta que você faz. Um ano sem poder ver você, um ano sem aquele abraço que acalmava, sem aquela voz que aconselhava, que brigava ou que me chamava de "minha bebêzinha". Um ano sem aquele olhar de canto, sem aquela risada alta que até hoje eu posso ouvir na minha cabeça. Hoje, eu valorizo cada coisinha sua. Hoje eu me lembro até do seu jeito de andar, lembro até das suas manias, do seu jeito de comer, do seu espirro, da sua tosse, de quando eu acordava e ouvia o barulho na cozinha e sabia que era o senhor preparando o meu café. Hoje dou valor até à textura da sua pele. Coisas tão simples, tão pequenas e que parecem até insignificantes. Hoje dou valor às coisas que no dia-a-dia, eu mal reparava.E ainda me disseram que o tempo curava tudo. Mentiram. O tempo não curou nada, e nunca vai curar. O tempo só me fez ter que aceitar que sua voz falando "acorda, bebê" foi substituída pelo toque do despertador. Que quando meu celular tocar e aparecer "papis" no visor, na verdade, não é mais o senhor. Que o meu café-com-leite não é mais aquele branquinho e doce do jeito que o senhor sabia que eu gostava. Que não vou mais te esperar na saída da escola. Que não vou mais ligar e pedir pro senhor não demorar pra jantar com a gente. Aos poucos, eu vou aceitando que tem que ser assim.Mas para a saudade, ainda não inventaram remédio, ainda não fizeram nada que cure ou que faça a dor diminuir. A aceitação é possível. Mas matar a saudade, infelizmente, é impossível. Pelo contrário, a saudade aumenta à medida que os dias passam. Mas, todas as vezes que penso em desistir, me lembro do seu sorriso e da sua alegria mesmo com todas as dificuldades e dores que o senhor passava. E se aos poucos eu consigo rir, superar e até mesmo aceitar, é por você. E se em pedras muitas vezes eu tropeço e caio, me lembro que foi o senhor quem me ensinou a levantar.Eu te amo muito, meu anjo. Te amo muito mais que amava há um ano atrás, e muito menos que amarei daqui á 10 anos. Meu amor por você só vai crescer cada vez mais, sempre."Pai, pode crer, eu vou bem, eu tô indo. Tô tentando, vivendo e pedindo com loucura pra você renascer."
(Texto escrito dia 16 de Fevereiro de 2013)Pai... Por que as coisas tem que ser assim? Por que tenho que conseguir criar briga com todo mundo desse jeito? Agora que me resolvi com a mãe, quem tá com raiva de mim é a Silvia.Eu posso ter dado motivos, mas será mesmo que dei motivos pra ela fazer isso comigo? Pra ela me julgar desse jeito? Dei motivos pra ela dizer que não gosto mais deles? Não, eu não dei, eu não fiz nada de tão ruim assim.E sabe o pior de tudo isso? Sei que ela vai voltar pro Rio Grande do Norte mais cedo ou mais tarde. E eu sei que não vou aguentar mais uma perda. Não vou aguentar ficar sem ela, o Chicão e as crianças.Mas, ela sempre fica com uma certa raiva quando eu saio com as minhas amigas, e eu não entendo o motivo disso. Ela diz que eu tô querendo me afastar dela. Mas foi o que a Lívia disse, com essa idade ela (Silvia) queria tanto se afastar de todo mundo que ela fugiu de casa. Eu acho que ela que tá querendo se afastar de mim. Não sei se o senhor percebeu, mas ela vive me olhando feio, como se eu tivesse feito alguma coisa pra ela. Acho quem quer realmente se afastar é ela.Será, pai? Pai, é estranho pedir isso. Mas queria que o senhor aparecesse nos sonhos dela, e aparecesse comigo, queria que o senhor mostrasse pra ela que ela está errada e que não quero nada disso.Ou o senhor acha que eu estou errada?Queria que o senhor pudesse me responder tudo isso.Queria te ver, te ouvir e te dizer o quanto o senhor faz falta no meu dia a dia e na minha vida.Te amo, rei!
(Texto escrito dia 2 de Fevereiro de 2013)
"Você é ruim. Muito ruim. Mas não se preocupe, mesmo com toda a sua ruindade, eu vou cuidar de você até você não precisar mais de mim.". Essa foi a frase que acabei de ouvir da minha mãe, e acho que foi uma das piores coisas que já ouvi em toda a minha vida. Pai, o senhor nunca teria coragem de falar isso pra mim. Acho que ninguém teria. Mas ela é assim comigo. Por que, pai? Eu me pergumto o motivo de Deus ter me castigado tanto ao ponto de tirar você de mim e me deixar com todas essas brutalidades, grosserias e palavras que magoam. É só isso que ouço da minha mãe, e o senhor sabe muito bem.
Eu sei que não sou uma boa filha, sei que não sou tudo o que ela queria. Sei que na verdade eu sou o que ela não queria. Mas as coisas realmente precisam ser assim? Ela precisa mesmo ser desse jeito comigo? Logo comigo? O que eu fiz de tão errado pra ser assim?
Às vezes eu penso que vou me arrepender de não ir mais dormir com ela ou de não ir fazer caminhada. E muitas vezes, me arrependo mesmo. Mas depois que ouço tudo isso dela, não me arrependo mais. Ela me magoa tanto, pai! Ela me machuca sem ter dó, sem pensar no que isso pode causar em mim. Ela acha que as coisas giram em torno dela, que tudo tem que ser do jeito que ela quer. Ela nunca pensa em mim. Nunca.
Vocês são os opostos.
Sinto tanto a sua falta. Nessas horas então.. Falta a sua defesa. Falta você, paizinho. Hoje e sempre.
Te amo mais do que muito.
"Você é ruim. Muito ruim. Mas não se preocupe, mesmo com toda a sua ruindade, eu vou cuidar de você até você não precisar mais de mim.". Essa foi a frase que acabei de ouvir da minha mãe, e acho que foi uma das piores coisas que já ouvi em toda a minha vida. Pai, o senhor nunca teria coragem de falar isso pra mim. Acho que ninguém teria. Mas ela é assim comigo. Por que, pai? Eu me pergumto o motivo de Deus ter me castigado tanto ao ponto de tirar você de mim e me deixar com todas essas brutalidades, grosserias e palavras que magoam. É só isso que ouço da minha mãe, e o senhor sabe muito bem.
Eu sei que não sou uma boa filha, sei que não sou tudo o que ela queria. Sei que na verdade eu sou o que ela não queria. Mas as coisas realmente precisam ser assim? Ela precisa mesmo ser desse jeito comigo? Logo comigo? O que eu fiz de tão errado pra ser assim?
Às vezes eu penso que vou me arrepender de não ir mais dormir com ela ou de não ir fazer caminhada. E muitas vezes, me arrependo mesmo. Mas depois que ouço tudo isso dela, não me arrependo mais. Ela me magoa tanto, pai! Ela me machuca sem ter dó, sem pensar no que isso pode causar em mim. Ela acha que as coisas giram em torno dela, que tudo tem que ser do jeito que ela quer. Ela nunca pensa em mim. Nunca.
Vocês são os opostos.
Sinto tanto a sua falta. Nessas horas então.. Falta a sua defesa. Falta você, paizinho. Hoje e sempre.
Te amo mais do que muito.
domingo, 20 de janeiro de 2013
Nostalgia
Eu disse para o senhor que conseguiria passar naquela prova, né? E consegui! Isso me deixa feliz, afinal, é uma segunda chance, e prometo que essa eu irei aproveitar. Mas ao mesmo tempo, estou com o coração partido por ter que deixar o Agostiniano São José. Eu sei que sempre reclamei da escola, principalmente para o senhor. Mas agora reconheço o quanto aquele colégio era bom. Vai ser estranho entrar em uma escola nova, sem conhecer praticamente ninguém. Estou me "atirando no escuro". Eu conhecia cada parte do ASJ, e não sei nada sobre o Santo Antônio de Lisboa. Mas, já passei por coisas piores, isso não vai ser nada perto do que passei no ano de 2012.
Pai, sinto que o senhor está magoado comigo, e acho que dou razões para isso. Sei que te machuco muito com certas coisas, das quais eu nem preciso lembrar. Se não for pedir muito, quero que esqueça essas coisas. Esquecer é algo difícil, mas quero que pelo menos me desculpe por tudo.
Ao invés de ficar triste, decepcionado, bravo ou magoado comigo, vou te lembrar dos bons momentos pra que o senhor se lembre de quando eu te deixei feliz.
Lembra quando voltávamos da escola? Algumas vezes eu compra aquelas dentaduras e comia na sua frente, só porque eu sabia que o senhor tinha aflição, um dia até coloquei uma na sua boca e você cuspiu e disse que além de feia era ruim. Outras vezes a gente ia no açougue antes de ir pra casa. E eu amava quando o senhor já ia almoçar comigo. E era sempre a mesma coisa, primeiro você comia um prato enorme de salada, e depois a comida, tudo sem beber nada, ai no final bebia o suco. Sempre tão certinho que até parece mentira.
Lembra também quando eu acordava cedo aos domingos e a gente ia na padaria, comprava presunto, queijo, pão e aquele suco Tampico de frutas cítricas que nós dois amávamos. Ou ao invés do presunto, era mortadela, e a gente fazia na frigideira porque ficava melhor que no microondas. Depois íamos pra freira, comprávamos mil coisas e deixávamos tudo na barraca do japonês pra só pegar na hora de ir embora. Na feira você sempre encontrava algum amigo, sempre! E quando eu era pequena, implorava pra que você comprasse uma cartela de adesivos todos os domingos.
Quase me esqueci de como eu amava acordar ouvindo você limpando a gaiola dos papagaios e colocando girassol pra eles, enquanto cantava alguma música com aquela voz alta e que ficava diferente (mais bonita ainda) quando o senhor cantava, ou então estava sempre assobiando. Quando não era isso, era lavando louça logo cedinho usando uma camisa do dia anterior e uma samba canção.
Essas coisas parecem tão simples, e realmente são. Mas é disso que mais sinto falta, é isso que eu mais valorizo. Pena que dei valor tarde demais.
"AMOR" é uma palavra muito simples pra descrever o que sinto por você. Amor é pouco. Mas já que ainda não inventaram nome pra isso que sinto por você, então ainda tenho que usar só o amor mesmo... Eu te amo, muito!
Pai, sinto que o senhor está magoado comigo, e acho que dou razões para isso. Sei que te machuco muito com certas coisas, das quais eu nem preciso lembrar. Se não for pedir muito, quero que esqueça essas coisas. Esquecer é algo difícil, mas quero que pelo menos me desculpe por tudo.
Ao invés de ficar triste, decepcionado, bravo ou magoado comigo, vou te lembrar dos bons momentos pra que o senhor se lembre de quando eu te deixei feliz.
Lembra quando voltávamos da escola? Algumas vezes eu compra aquelas dentaduras e comia na sua frente, só porque eu sabia que o senhor tinha aflição, um dia até coloquei uma na sua boca e você cuspiu e disse que além de feia era ruim. Outras vezes a gente ia no açougue antes de ir pra casa. E eu amava quando o senhor já ia almoçar comigo. E era sempre a mesma coisa, primeiro você comia um prato enorme de salada, e depois a comida, tudo sem beber nada, ai no final bebia o suco. Sempre tão certinho que até parece mentira.
Lembra também quando eu acordava cedo aos domingos e a gente ia na padaria, comprava presunto, queijo, pão e aquele suco Tampico de frutas cítricas que nós dois amávamos. Ou ao invés do presunto, era mortadela, e a gente fazia na frigideira porque ficava melhor que no microondas. Depois íamos pra freira, comprávamos mil coisas e deixávamos tudo na barraca do japonês pra só pegar na hora de ir embora. Na feira você sempre encontrava algum amigo, sempre! E quando eu era pequena, implorava pra que você comprasse uma cartela de adesivos todos os domingos.
Quase me esqueci de como eu amava acordar ouvindo você limpando a gaiola dos papagaios e colocando girassol pra eles, enquanto cantava alguma música com aquela voz alta e que ficava diferente (mais bonita ainda) quando o senhor cantava, ou então estava sempre assobiando. Quando não era isso, era lavando louça logo cedinho usando uma camisa do dia anterior e uma samba canção.
Essas coisas parecem tão simples, e realmente são. Mas é disso que mais sinto falta, é isso que eu mais valorizo. Pena que dei valor tarde demais.
"AMOR" é uma palavra muito simples pra descrever o que sinto por você. Amor é pouco. Mas já que ainda não inventaram nome pra isso que sinto por você, então ainda tenho que usar só o amor mesmo... Eu te amo, muito!
Acreditar...
Papito (lembra que a Silvia te chamava assim?) quero te trazer uma boa notícia. Quer dizer, ainda não sei se vai ser boa, mas acho que vai. Estou tendo a chance de fazer uma prova de reclassificação em outra escola, ou seja, talvez eu não jogue um ano inteiro no lizo. Se eu passar, entro no primeiro colegial nessa outra escola.
Eu não sei bem a matéria, mas nunca tive tanta certeza que iria passar como estou tendo agora. Não sei o por quê, mas sei que é bom, né? Temos que acreditar em nós mesmos, e mesmo que seja pouco, estou acreditando em mim mesma.
Acredita em mim, papai? O senhor sempre acreditou... Continue acreditando, anjinho! Dessa vez eu farei de tudo para não decepcioná-lo.
2013 começará com o pé direito, né? Para nós dois! Depois de tanta turbulência, precisamos de um pouco de paz.
Te amo mais do que tudo nessa vida, meu rei.
(Texto escrito dia 7 de Janeiro de 2013)
Natal
Nesse Natal, está faltando alguém. Aquele cara que sentava na ponta da mesa, cantava mais alto que todo mundo, fazia piadinhas e gritava "sou eu, sou eu!" na hora do amigo secreto. Hoje estou triste porque falta o senhor no meu Natal. Mas o céu está feliz por ter a presença desse homem maravilhoso lá.
O Natal costumava ser a nossa época do ano preferida, reuníamos a toda a família em casa, fazíamos aquela festa, cheia de sorrisos, de piadinha e de conversa jogada fora.
Esse será o primeiro Natal que vai faltar quem mais agitava tudo isso. A família está incompleta, o lugar na mesa está vazio. O seu lugar ainda está aqui e a saudade se torna ainda maior todos os dias, especialmente hoje.
Sentirei falta do seu abraço enorme e da sua voz dizendo: "Feliz Natal, bebêzinha! Muita saúde pra nós, o resto a gente dá um jeito".Sentirei falta das suas palavras sábias, e até mesmo do seu jeitinho de comer. Sentirei falta do seu sorriso contagiante e desse olhar que realmente dizia mais que mil palavras.
Daria qualquer coisa pra te ter ao meu lado, meu eterno anjo. Eu te amo mais do que tudo nessa vida. Nada muda, nada substitui, nada vai fazer esse amor acabar.
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